
sábado, 30 de julho de 2011
PROCURANDO LENÇO, SIMPLES ASSIM

sexta-feira, 13 de maio de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Faltou um H no Arroz e sobrou "bigatos"

Eu achava que já tinha visto de tudo em matéria de mal atendimento, no entanto vivo me surpreendendo. Vejam mais esta...
Sou consumidora de uma respeitável marca de arroz há uns 15 anos. Comprei três pacotes de 5 kg, como de costume.
Ao abrir o primeiro pacote, me deparei com algo que parece miniaturas de minhocas, mas não é. Milhares de “bigatos” infestavam o arroz.
Hugh! Que nojo. Eu só conheço esse bicho horrível por esse nome, pode ser que tenha outro. Mas caso haja dificuldade em identificar, é aquele que infesta lixo quando ha restos de alimentos.
Fiquei desolada. Enviei um e-mail, para a empresa responsável explicando o ocorrido e pedindo uma solução urgente. Você deve estar se perguntando por que não fui devolver no supermercado que fiz a compra. Explico; Sabe aquele habito terrível que a maioria de nós tem, em jogar notinhas no lixo após a compra? Então, eu faço parte dessa maioria.
Já com o fabricante ou distribuidor do arroz, não haveria problemas, o arroz estava no próprio pacote. Passou uma semana, duas, três, quatro e nada de resposta. Na quinta semana, telefonei. A partir de agora você vai ler uma cópia de nossa conversa:
Arroz "TAL" : Pois não, em que posso ajudar? (atendente)
Eu: -Bom dia, olha comprei 15 kg arroz no mercado tal e ele esta infestado de bigatos. Gostaria de uma providencia, afinal já enviei um e-mail e...
-Um momento, por favor. (atendente) Solta a famosa musiquinha, lá lá lá, lá rá ra...
Arroz "TAL" - Pois não em que posso ajudá-la? (outra atendente)
Falo tudo novamente.
Para minha completa surpresa ela disse-me que meu e-mail fora respondido. Disse a ela que devia haver algum engano. Eu não recebi nenhuma resposta.
Foi quando surgiu o H da questão. Ate então eu só conhecia o X. Mas há um tempo para tudo.
Senhora Rosangela (quando me chamam por Rosangela o assunto é da mais alta complexidade, e vamos combinar que resolver um problema de “bigato” no arroz não deve ser nada fácil) já detectei o problema que houve em relação a resposta ao seu e-mail.
Eu: -Ah que bom o que houve?
Nossa atendente não teve como responder para a senhora, porque quando a senhora preencheu o campo de cadastro, escreveu Yahoo, com dois H
(Eu) ___Ah, bom. Quer dizer que é só isso? Eu fico cinco semanas aguardando uma posição da empresa, e não tenho uma solução por parte de uma das maiores empresas de arroz do país, porque a atendente não sabe decifrar Yahoo, escrito com dois h ao invés de dois O"". Se o problema de vocês fosse somente o arroz bichado a gente dava um jeito, por exemplo, servia no almoço dos cachorros, mas e a mocinha que não sabe ler, a gente faz o que????
Desliguei o telefone, logo em seguida me liga o representante da marca em minha região.
-Senhora gostaria de saber qual a cor do saco.?
Eu: Que saco? Minha vontade era de dizer: Se eu tivesse saco estaria roxo. Mas sou uma menina educada.
Ele: -Sabe dona Rosangela, é que se o pacote for vermelho é uma safra mais antiga, já se for de cor lilás, é mais novo e... blá
Sinceramente isso não me interessa, quero resolver o meu problema de bigatos, e eles são brancos, se confundem com o arroz. A diferença é que eles andam como minhocas em meio ao arroz. E eu quero providencias e já!
Resumindo, o representante veio ate minha casa, ver de perto os intrusos que se instalaram no saco de arroz. Pediu-me desculpas. Deixou novos pacotes. Pegou seus bigatos, ops quero dizer seu arroz, e partiu.
Eu entendo que isso pode acontecer em função de armazenamento, umidade e tal...O que não entendo é o despreparo das pessoas em resolver algo tão simples. Como um simples, H pode atrasar uma solução que poderia ter sido dada na hora H!
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Eu e as Cafeterias

Sempre tenho ótimas historias de cafeterias. Quando digo ótimas é no sentido de variedades de péssimos atendimentos, ou não. Infelizmente tenho péssimas noticias; A maioria dos atendimentos deixam a desejar em algum aspecto. E claro, a corda sempre arrebenta no lado de que segura sem firmeza, com preguiça. Ah quase me esqueço de dizer, que adoro café logo, tenho muitas historias para contar.
Quando você olha uma placa com o nome, a marca de um produto ou serviço, você tem uma imagem a partir dessa informação, certo??? Errado! Eu também acreditava nisso. Querem ver como a gente pode se enganar? Café PARIS. O nome mexeu comigo. A vitrine mexeu com meus “sentidos” digestivos...
Olhei para uma sobremesa apetitosa, de cor âmbar com requinte de brilho e lascas não sei do que. Esse não se do “que” é que foi o X da questão.
Na duvida me aproximei da atendente e perguntei qual o sabor daquela sobremesa, ela me disse ser de banana. Perguntei sobre as “lascas, ela ficou em duvida. Perguntei se tinha uma provinha, sabe aquela que algumas sorveterias oferecem aos clientes na ponta de um palito? Pois então, ela não sabia.
Com uma expressão facial carrancuda, ela disse: Não temos prova. E mais carrancuda ainda deu-me a visão de suas costas.
Eu poderia ter me afastado para ir á outra cafeteria, no entanto nessas horas eu sou parecida com a maioria dos políticos que conhecemos. Quando eles vêem mais de duas pessoas já fazem um comício. Eu confesso que não resisto a dar uma aula, consultoria, pito, lavada, esporro, enfim podemos dar o nome que quisermos. Não resisti.
Disse a ela que na condição da pessoa que esta atendendo o balcão ela deveria sugerir a direção que nesses casos eles poderiam atender a solicitação do cliente. Haja vista que naquela situação era só uma questão de bom senso. Olhando para mim, ela poderia estar preparada para fazer uma rápida leitura e ver que eu não estava para brincadeira. Eu realmente estava interessada em tomar o café acompanhado de uma torta. Ela não se preocupou com isso, afinal ela estava num lugar que não a agradava, fazendo o que não gostava, se lixando para o que eu queria comer, ou minha expectativa em relação aquele triste “atendimento”
Infelizmente encontramos pessoas descontentes com o que faz todos os dias e em todos os lugares.
Quando eu gosto do que faço eu faço bem o que eu não gosto. Por exemplo, eu adoro o meu trabalho como consultora, palestrante, enfim. Entrementes detesto viajar de avião, mas se for para ir ate um lugar fazer o que gosto, posso muito bem, encarar com a idéia de que aquele trajeto ruim faz parte e passa logo. Eu acho.
Assim é lidar com gente, se eu gosto de gente, nem todos que eu atender serão pessoas legais. No entanto, passa logo, como a viagem de avião, logo vem outro cliente agradável. Entretanto quando eu não gosto de gente, eu atendo mal, faço o meu trabalho mal feito e fico mal vista. Credo isso é mal!!!
sábado, 7 de agosto de 2010

Uns Amigos foram a um barzinho jogar um pouco de conversa fora, saborear umas comidinhas e bebidinhas.
Logo de cara ao escolher uma mesa, que estava molhada, pediram ao garçom que limpasse e para espanto de todos, o “profissional” de atendimento disse que quando ele estivesse passando por aquele lado, ele faria a limpeza. Pode?
Como lá fora fazia muito frio acompanhado de muitaaaaaaaaaaaa chuva, melhor ficar por ali mesmo.
Tentaram esquecer a desfeita do garçom e se divertir, colocaram a conversa em dia, com um papo descontraído. O período que ficaram por ali tudo transcorreu sem grandes novidades. Somente a evidencia da falta de simpatia no trato com clientes.
Quando falamos e discutimos a falta de flexibilidade das pessoas que trabalham no atendimento, logo pensamos que deve ser difícil ceder em algumas situações. No entanto há situações que a inflexibilidade é vergonhosa. Veja esta...
Os amigos que chegaram cedo ao tal barzinho, por volta das 20hs, perto das 23hs já se preparavam para sair. Pediram a conta e naquela divisão típica de amigos, e sempre tem aquele que fala para o outro; Acerta o meu ai, que depois eu acerto com você. Ui que horror!
Bem, continuando... Depois dos famosos empréstimos, notaram que havia um valor de vinte e cinco reais a mais. Chamaram o “simpático” garçom e pediram que a conta fosse refeita.
Este prontamente resolveu o problema da duvida; O valor é referente ao couver artístico.
Couver artístico??? Todos perguntaram em uma só voz. Mas cadê o artista? Perguntaram olhando para os lados. Não viram ninguém com cara de artista, a não ser o próprio garçom.
Esse sim parecia mestre em “palhaçadas”.
Vamos às explicações do garçom artista; A partir das 23hs é cobrado o couver.
Todos disseram que alem de faltar uns minutinhos não estavam vendo nem ouvindo ninguém cantando.
Olhem o que o sujeito respondeu; Claro que vocês não ouviram e nem poderiam ouvir, o “artista” esta se preparando, ligando os fios. Portanto ele já esta aqui. Portanto é cobrado.
Tá bom, disse um dos amigos. Mas ainda não são 23hs, logo...
O garçom estendeu a Mao e alcançou um relógio que mais parecia uma tela de TV 14 polegadas. Com letras e números garrafais em vermelho a sentença: 23h03min.
Puxa vida, mas passou somente três minutos.
O garçom com a devida arrogância virou-se e disse que; esta seria a regra da casa. E ele a seguia na integra.
Bem, eu diria que tem coisas que não valem à pena. Melhor seria ter respeitado as “regras” da casa sem questionar. Afinal se não tinham visto nenhum artista antes das 23h, nos três minutos que perderam tempo tentando convencer o tal garçom, puderam vivenciar a atuação de uma palhaçada com duração de três minutos no valor “singelo” de vinte e cinco reais.

Entrementes esta parada era voltada somente para atender a necessidade do possante. Nada demais até ai. Logo que estacionei ao lado da bomba, um senhor de sorriso simpático se aproximou da janela do carro e nos cumprimentou com um alegre boa tarde.
Só isso já nos chamou a atenção. No entanto o atendimento mal havia começado. Eu perguntei o valor da gasolina. Ele imediatamente me fez uma sabia pergunta; --Vocês estão em viagem? ( Ele observou as malas no carro)
Num primeiro momento nos entreolhamos, e com certeza pensamos; Mas qual o interesse dessa criatura se estamos ou não em viagem?
Para nossa surpresa, dentro daquele humilde uniforme estava um consultor frentista, que nos sugeriu usar a gasolina aditivada para dar um rendimento melhor na estrada e que a qualidade do produto alem do rendimento iria garantir um “tratamento” no motor e que blá, blá...
Ficamos todos boquiabertos com o conhecimento do homem e principalmente com a aula que tivemos em poucos minutos de como ter um melhor aproveitamento do possante. E a simpatia do consultor de combustível?
Com um vocabulário carregado de erros de português, ele nos convenceu a comprar o produto por ele sugerido.
Quando acabou o abastecimento, já preparados para partir, o consultor se aproxima e pede licença para lavar os vidros.
Adoramos o tratamento daquele profissional. Bem, agora podemos seguir viagem... Ops, ele esta acenando para nós ao lado do calibrador de pneus. Meu filho, comenta que nunca viu nada igual. O consultor havia deixado outro terminar de passar um rodo nos vidros enquanto se dirigia para calibrar os pneus do nosso carro.
Serviço completo. Ao nos despedir, perguntamos seu nome ele alegremente nos disse chamar-se Ademar. Tecemos elogios ao seu trabalho, e sua pessoa. Ele ficou muito satisfeito, e nos também.
Saímos comentando o atendimento do senhor Ademar. Confesso que fiquei pensando que aquele atendimento que nos causou tamanha satisfação deveria fazer parte do trabalho de todos os que se propõe a fazer algo, ou seja, tudo deveria ser bem feito. Entretanto sabemos que não é assim. Estamos tão acostumados a ser mal atendidos, mal recebidos e mal tratados, que quando nos deparamos com qualidade ficamos extasiados.
Uma pena que tenhamos tão poucos consultores de combustível em nossos postos nos centros das cidades e rodovias.
Se você conhece alguns gestores de postos de combustíveis, mande uma copia da historia do senhor Ademar. Quem sabe inspira alguns a fazer alguma coisa diferente, como atender com amor simplicidade e profissionalismo!

