
Numa simpática cafeteria fiquei encantada com o atendimento da mocinha que sorridente, veio ate nossa mesa e prontamente nos orientou em relação ao cardápio.
Feito os pedidos, ela voltou para o interior da loja e nós ficamos batendo um bom papo. Final de tarde, um lugar agradável, boa companhia (meu marido). Tudo parecia perfeito.
A atendente trouxe o nosso pedido. Agradecemos e saboreamos o café. Degustei a torta salgada que acompanhava o café, achei simplesmente maravilhosa. Chamei a moça e fiz um elogio em relação à qualidade e sabor do alimento. Ela muito simpática, concordou comigo, dizendo que eu tinha razão, e bom gosto. Todos que provavam a tal torta elogiavam. Emendou dizendo que ela também adorava. Com um sorriso gentil, pegou sua bandeja e se afastou da mesa.
Eu fiz um comentário a respeito do atendimento da moça. Disse ao meu marido que esse tipo de atendimento me encantava. O atendimento de “comentário”, ou seja, dar continuidade ao comentário do cliente.
E você o que achou, perguntei a ele? Ele disse ter admirado sua “venda” quando nos disse que aquela torta não encontraríamos em outro lugar.
Enquanto fazíamos elogios sobre a atuação da moça, não prestamos atenção em sua reaproximação.
Com surpresa ouvimos mais “continuidade de comentário” A senhora sabe que todo o mundo que vem aqui reclama do preço? As pessoas não entendem o que é bom. Só querem preço. Eu acho que essa torta é a melhor. Eu mesmo não acho as outras que temos tão boas como esta.
Tem que ser caro mesmo, a senhora não acha???
Eu acho que você precisa de um curso sobre técnicas de atendimento ao cliente, urgente! Foi a minha vontade de dizer. No entanto me contive. Não sei como. Mas, enfim.
Olhei para o meu marido e com o olhar o interroguei: Onde foi parar a moça que havia prestado um atendimento simpático?
Saímos um tanto desapontados da cafeteria, e paramos perto da entrada para tirar algumas fotos, quando a gentil atendente, da um sonoro assovio e pediu para tirar uma foto comigo. Afinal eu fora uma cliente tão simpática...
Fiquei pensando que tem pessoas que assim como o camarão, é delicioso, se comido no ponto certo de cozimento, se passar do tempo, passa do ponto. Ai fica duro para mastigar. Grosseiro para engolir. Altera o sabor.
Foi exatamente o que aconteceu com a “mocinha” PASSOU DO PONTO!Acabou estragando a entrada. Portanto para seu atendimento eu dou nota 5. Ah, sim esse cinco é por conta de sua personalidade simpática. Quanto desperdício. Uma personalidade agradavel para ser bem aproveitada, tem que ser devidamente treinada para a necessidade da organização. Qual a credibilidade quanto aos produtos da empresa essa moça nos passou? Depois de nos “vender” a dúvida quanto a qualidade dos produtos. Que segundo a moça, os outros itens tirando a tal torta, não eram tão bons. Socorro!
Tinha um programa de TV que um pai não via que seu filho era gay, e seu amigo dizia: Tem pai que é cego! Eu reforço: Tem gestor também que é cego!
Feito os pedidos, ela voltou para o interior da loja e nós ficamos batendo um bom papo. Final de tarde, um lugar agradável, boa companhia (meu marido). Tudo parecia perfeito.
A atendente trouxe o nosso pedido. Agradecemos e saboreamos o café. Degustei a torta salgada que acompanhava o café, achei simplesmente maravilhosa. Chamei a moça e fiz um elogio em relação à qualidade e sabor do alimento. Ela muito simpática, concordou comigo, dizendo que eu tinha razão, e bom gosto. Todos que provavam a tal torta elogiavam. Emendou dizendo que ela também adorava. Com um sorriso gentil, pegou sua bandeja e se afastou da mesa.
Eu fiz um comentário a respeito do atendimento da moça. Disse ao meu marido que esse tipo de atendimento me encantava. O atendimento de “comentário”, ou seja, dar continuidade ao comentário do cliente.
E você o que achou, perguntei a ele? Ele disse ter admirado sua “venda” quando nos disse que aquela torta não encontraríamos em outro lugar.
Enquanto fazíamos elogios sobre a atuação da moça, não prestamos atenção em sua reaproximação.
Com surpresa ouvimos mais “continuidade de comentário” A senhora sabe que todo o mundo que vem aqui reclama do preço? As pessoas não entendem o que é bom. Só querem preço. Eu acho que essa torta é a melhor. Eu mesmo não acho as outras que temos tão boas como esta.
Tem que ser caro mesmo, a senhora não acha???
Eu acho que você precisa de um curso sobre técnicas de atendimento ao cliente, urgente! Foi a minha vontade de dizer. No entanto me contive. Não sei como. Mas, enfim.
Olhei para o meu marido e com o olhar o interroguei: Onde foi parar a moça que havia prestado um atendimento simpático?
Saímos um tanto desapontados da cafeteria, e paramos perto da entrada para tirar algumas fotos, quando a gentil atendente, da um sonoro assovio e pediu para tirar uma foto comigo. Afinal eu fora uma cliente tão simpática...
Fiquei pensando que tem pessoas que assim como o camarão, é delicioso, se comido no ponto certo de cozimento, se passar do tempo, passa do ponto. Ai fica duro para mastigar. Grosseiro para engolir. Altera o sabor.
Foi exatamente o que aconteceu com a “mocinha” PASSOU DO PONTO!Acabou estragando a entrada. Portanto para seu atendimento eu dou nota 5. Ah, sim esse cinco é por conta de sua personalidade simpática. Quanto desperdício. Uma personalidade agradavel para ser bem aproveitada, tem que ser devidamente treinada para a necessidade da organização. Qual a credibilidade quanto aos produtos da empresa essa moça nos passou? Depois de nos “vender” a dúvida quanto a qualidade dos produtos. Que segundo a moça, os outros itens tirando a tal torta, não eram tão bons. Socorro!
Tinha um programa de TV que um pai não via que seu filho era gay, e seu amigo dizia: Tem pai que é cego! Eu reforço: Tem gestor também que é cego!
Sabemos que qualidade é questão de percepção, logo varia de acordo com o cliente. O que é qualidade para alguns é falta de... para outros. É fato que em qualquer profissão há o funcionário padrão, como há aquele que faz o mínimo para receber seus salários todos os meses e há também os ingênuos que acham que estão agradando tratando os clientes como se fossem amigos íntimos. No entanto, muitas vezes algumas deficiências de um colaborador podem estar "encobertas" e como o gestor não consegue estar ao lado de cada um em todo o tempo, acontece de demorar um pouco para identificar determinadas falhas/excessos. Contribuiria muito se todo cliente que se sentisse mal-atendido/desrespeitado fizesse sua reclamação/observação diretamente ao responsável, desta forma o processo de correção se tornaria mais ágil e eficaz. Jane
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